• A região das Américas é a mais fortemente afetada pela pandemia de Covid-19, com mais de 55 milhões de casos confirmados e 1,3 milhão de óbitos confirmados até 29 de março de 2021. (OMS) 
  • Os Estados Unidos tinham mais de 29 milhões de casos confirmados de Covid-19 e 543 mil mortes até 29 de março de 2021, mais que qualquer outro país. Brasil (com 310 mil mortes confirmadas) e México (201 mil) tinham o segundo e terceiro maior número de óbitos. (OMS) 
  • Os EUA registraram 1.666 mortes por Covid-19 por cada milhão de habitantes confirmadas até 29 de março de 2021, o índice mais alto das Américas, seguido pelo Peru (1.583), México (1.580), Brasil (1.479), Panamá (1.436), Colômbia (1.250) e Argentina (1.233). (Statista) 
  • Até 5 de março de 2021, pelo menos 10.558 trabalhadores da saúde nas Américas haviam morrido de Covid-19. (Amnesty International) 
  • No final de 2020, 209 milhões de pessoas (33,7% da população) na América Latina e no Caribe estavam vivendo na pobreza, um aumento de 22 milhões em relação ao ano anterior. Entre elas, 78 milhões (12,5% da população) viviam na pobreza extrema, 8 milhões a mais que em 2019. (CEPAL). 
  • A América Latina possui níveis mais altos de desigualdade de renda que qualquer outra região do mundo. (ONU) 
  • Segundo o Insight Crimea Jamaica foi o país mais violento da América Latina e do Caribe no ano passado (com taxa de homicídios de 46,5% por 100 mil habitantes), seguida pela Venezuela (45,6) e Honduras (37,6).  
  • O México foi o país mais letal do mundo para jornalistas, com nove assassinatos em 2020, segundo a entidade Committee to Protect Journalists. Honduras foi o segundo pais mais letal das Américas, com quatro jornalistas mortos no ano. 
  • O México registrou 3.758 assassinatos de mulheres em 2020, dos quais 967 foram investigados como feminicídios. (SESNSP 
  • Há oficialmente mais de 84 mil pessoas desaparecidas ou não localizadas no México. (CNB) 
  • Pelo menos 287 pessoas transgênero ou de gênero diverso foram mortas nas Américas, tendo o Brasil registrado o maior número de mortes de qualquer país. (Anistia Internacional) 
  • Com 264 assassinatos , a região da América Latina e Caribe concentrou o maior número de mortes de defensoras e defensores dos direitos humanos no ano passado, sendo responsável por 79% do total global de 331 mortes. A Colômbia se manteve como o país mais letal do mundo para defensores dos direitos humanos, com 177 assassinados. (Front Line Defenders) 
  • O México tornou-se em novembro o 11º  país da América Latina e Caribe a ratificar o Acordo de Escazú, tratado regional sem precedentes sobre o acesso à informação, participação pública e justiça em questões ambientais e a proteção dos defensores ambientais. O Acordo entrará em vigor em 22 de abril de 2021.  
  • O INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), do Brasil, registrou um aumento de 9,5% na área de floresta desmatada entre agosto de 2019 e julho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Mais de 11 mil km² de floresta foram destruídos nesse período.  
  • Transparency International classificou o Canadá como o país menos corrupto das Américas (e o 11º colocado no mundo) em seu Índice de Percepções de Corrupção de 2020, seguido pelo Uruguai (21º), Estados Unidos e Chile (ambos na 25ª posição). A Venezuela (176º no ranking mundial) foi classificada com o país mais corrupto da região, seguida pelo Haiti (170º no ranking). 
  • Mais de 5,5 milhões de venezuelanos abandonaram o país, a maioria desde 2015, na segunda maior crise de refugiados no mundo, depois da Síria. (ACNUR) 
  • Entre março de 2020 e fevereiro de 2021 as autoridades norte-americanas deportaram mais de meio milhão de migrantes e candidatos a asilo detidos na fronteira entre EUA e México, incluindo até novembro de 2020 mais de 13 mil crianças desacompanhadas. 
  • Apesar de um surto grave de Covid-19 em instalações civis de detenção de imigrantes, a agência de Imigração e Alfândegas americana se recusou a libertar detentos, mais de 8.000 dos quais contraíram o vírus. (Anistia Internacional) 
  • As autoridades mexicanas detiveram 87.260 migrantes no ano passado, incluindo mais de 11 mil crianças e adolescentes, e deportaram 53.891 pessoas. (Anistia Internacional) 

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