Seis metas para tornar 2018 o ano dos Direitos Humanos!

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2 de janeiro de 2018 Defensores de direitos humanos ___
mobilização

Se os anos tivessem títulos, o de 2018 poderia ser “o ano da mobilização”. Com a Declaração Universal dos Direitos Humanos completando 70 anos e nossos direitos em risco, é preciso estabelecer metas para tornar 2018 O ANO dos direitos humanos!

Países de todo o mundo acordaram que há direitos os quais todos devemos ter e, sete décadas depois, continuamos exigindo que os compromissos assumidos sejam respeitados! Todas as pessoas do mundo têm de ser verdadeiramente “livres e iguais em dignidade e em direitos”, conforme manda a Declaração.

Como podemos transformar, juntos, essa premissa em realidade? Quando fizer a sua lista de resoluções de ano novo, coloque também estas 6 metas que propomos. Se todos as cumprirmos, 2018 será, sem dúvida, O ANO dos direitos humanos!

1) NÃO FIQUE EM SILÊNCIO

Sempre que testemunhar crimes de ódio, bullying, racismo, violência contra as mulheres, homens e crianças ou qualquer outro tipo de assédio ou de violação dos direitos humanos, indigne-se e fale. Seja parte da mudança que quer ver no mundo, como sempre defendeu Mahatma Gandhi.

2) COMPARTILHE NAS REDES SOCIAIS

Compartilhando nas suas redes sociais as investigações e as petições que lançamos, você está ajudando a fazer pressão nas autoridades para que ponham fim a graves violações de direitos humanos. Basta um clique! Siga-nos no Facebook, no Instagram, no Twitter e no YouTube.

3) ENTRE EM AÇÃO!

Em 2017, assinaturas de milhares de pessoas ajudaram a libertar dezenas de ativistas, jornalistas, entre tantos outros presos injustamente. As assinaturas também garantiram que nossos direitos não fossem liquidados de vez! Em apenas alguns segundos, você pode assinar uma petição e lutar contra injustiças. CONHEÇA AS CAMPANHAS E PARTICIPE!

Em 2017, a petição "Direitos Não se Liquidam" reuniu 20.721 assinaturas que foram entregues aos presidentes do Senado e da Câmara. (Foto - Lucas Jatobá/ Anistia Internacional)

4)  ESCREVA CARTAS DE SOLIDARIEDADE

Escrever às autoridades é fundamental, mas igualmente importante é encorajar os que veem os seus direitos serem violados. “Obrigada, não apenas por lutarem pela minha libertação, mas por ajudarem a manter vivas a minha esperança e as minhas crenças”, disse a ativista Phyoe Phyoe Aung, uma das pessoas que ajudamos a libertar.  ESCREVA POR DIREITOS! 

5) TORNE-SE ATIVISTA

Junte-se a um dos nossos grupos locais e temáticos, e ajude-nos a falar de direitos humanos por todo o país. Você pode também participar de eventos que organizamos e exigir que os direitos humanos sejam respeitados na sua cidade. CHEGA JUNTO!

6) JUNTE-SE A NÓS!

O rigor e a isenção que há 56 anos nos caracterizam fazem com que não possamos – nem queiramos – depender do dinheiro de governos. Para todo o trabalho que realizamos dependemos das doações de milhares de pessoas que, como você, acreditam que é essencial denunciar violações de direitos humanos e atuar por um mundo mais justo. Se ainda não o fez, junte-se a nós. Já somos mais de 90 mil apoiadores ativos no Brasil! A MUDANÇA COMEÇA COM VOCÊ!

2 de janeiro de 2018 Defensores de direitos humanos ___

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