Prisões são o primeiro sinal de avanço na investigação do assassinato de Marielle Franco

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12 de março de 2019 Defensores de direitos humanos
Jurema Werneck e Margaret Huang no Labirinto do caso Marielle Franco na Cinelândia. Foto: Elisângela Leite/Anistia Internacional

Em resposta as informações de que a polícia brasileira prendeu dois homens no Rio de Janeiro pelo assassinato da defensora de direitos humanos Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018, Érika Guevara Rosas, diretora para as América da Anistia Internacional, disse:

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“Essa semana completa um ano desde que Marielle Franco foi brutalmente assassinada em um ataque devastador para muitas comunidades cujos direitos ela lutou para proteger. O assassinato de Marielle foi uma ação flagrante com intuito de silenciar uma valente defensoras dos direitos humanos, que dedicou sua vida a defender as mulheres, pessoas LGBTI e jovens negros no Rio de Janeiro.

“Estas prisões são o primeiro sinal de progresso de uma investigação que apenas avançou após quase um ano dos assassinatos. Fazemos um pedido as autoridades brasileiras para garantir que as investigações sejam independentes e imparciais e que levem todos os responsáveis, inclusive os mandantes, a um julgamento justo”.

“Não há melhor maneira de honrar o incrível legado de Marielle Franco do que comprometer-se a proteger defensores de direitos humanos e garantir que possam exercer em segurança suas atividades“.

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