Anistia Internacional Brasil adota medidas de prevenção à Covid-19

Imprimir
16 de março de 2020 Desenvolvimento

RIO DE JANEIRO, 16 de março de 2020 – Diante da pandemia do coronavírus e do aumento de casos no Brasil, a Anistia Internacional no país implantou medidas para prevenção da infecção e para contribuir com a desaceleração de sua expansão: recomendamos a toda equipe a adoção de trabalho remoto a partir desta segunda-feira, dia 16 de março, garantindo que funcionários e funcionárias não precisem se deslocar pelo Rio de Janeiro, minimizando assim os riscos de transmissão. Ainda assim, o funcionamento será normal e todas as medidas estão sendo tomadas para que a nova rotina de trabalho não impacte nos resultados.

Ainda não há data para que o trabalho presencial seja retomado. Estamos monitorando cotidianamente a evolução da epidemia, de modo a atualizar decisões e responder a novas necessidades segundo informações e orientações das autoridades sanitárias. Manteremos nossos canais de comunicação atualizados a este respeito.

Caso precise falar conosco neste período, nossos canais digitais são a principal forma de comunicação neste momento, por meio do e-mail [email protected]

Como movimento global de 7 milhões de pessoas no mundo pela defesa dos direitos humanos, a Anistia Internacional pede a todos e todas união neste momento, adotando medidas individuais que protejam a todas e todos. É importante que, aqueles que puderem, sigam as orientações quanto ao isolamento, a fim de minimizar os riscos de transmissão, especialmente para as pessoas do chamado grupo de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas e pessoas com baixa imunidade devido a tratamentos de saúde. É fundamental também adotar os devidos protocolos de higiene. Não há necessidade de estoque de alimentos e de itens de higiene.

É dever do Estado garantir atendimento de saúde para toda a população e garantir acesso a informações claras, precisas, confiáveis e de fácil acesso e entendimento. Trabalhadoras e trabalhadores não podem ter seus rendimentos impactados pela crise. As autoridades precisam urgentemente dar respostas neste sentido, para que as pessoas não se exponham por necessidades financeiras. Além disso, precisam dar o exemplo à população, obedecendo prontamente às normas sanitárias. Profissionais de saúde precisam receber cuidados extras, com acesso a todos recursos de proteção necessários, além de terem seus esforços reconhecidos e valorizados. Discriminação contra qualquer grupo não é tolerável nem neste momento, nem em qualquer outro. Epidemia não é desculpa para racismo ou xenofobia. Nada é! E não se esqueça: saúde é um direito humano!

16 de março de 2020 Desenvolvimento

Mais Notícias

9 de março de 2020

Marielle, mulher como inúmeras brasileiras!

Dona de um carisma único, a filha, irmã, mãe, ativista e vereadora viveu em sua vida pública com a mesma coerência da cidadã, moradora e cria da Maré.

27 de fevereiro de 2020 | Direitos sexuais e reprodutivos Política internacional Defensores de direitos humanos Liberdade de expressão Mulheres LGBTI Conflitos Discriminação Terra Indígenas e populações tradicionais Remoções forçadas Violência policial Migrantes

Da retórica à prática: 2019 foi um ano marcado por retrocessos para os direitos humanos no Brasil, mostra relatório

Documento traz também análise sobre a situação na região das Américas e aponta preocupações com direito ao protesto e direitos de migrantes, refugiados e candidatos a asilo

25 de janeiro de 2020

O rompimento da barragem de Brumadinho (MG) completa um ano de violações de direitos humanos.

Há um ano atrás, a cidade de Brumadinho (MG) foi marcada por um desastre que matou 270 pessoas (11 ainda estão desaparecidas).
Carregar mais notícias