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Devido às desigualdades que marcam o Brasil, moradoras e moradores de favelas e periferias, pessoas em privação de liberdade, incluindo jovens do sistema socioeducativo, população negra, pessoas em situação de rua, pessoas com condições de moradia inadequada, mulheres, cis e trans, quilombolas, povos indígenas, populações tradicionais, migrantes e refugiados, trabalhadores e trabalhadoras autônomas, principalmente informais, população LGBTQI, crianças, adolescentes e idosos desses segmentos estão em maior risco.

Os Estados têm a obrigação de proteger e garantir o direito de todas e todos à saúde, sem discriminação. No entanto, as respostas das autoridades municipais, estaduais e federais para atender às necessidades dessas pessoas são insuficientes e inadequadas até aqui. Por isso, junto a mais de 30 organizações e movimentos parceiras e parceiros da Anistia Internacional, reunimos uma lista de recomendações com medidas urgentes e coordenadas para responder a esta crise. Nossas vidas importam!

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