Basta de violência contra a mulher pelas mãos do Estado!

Ação encerrada.

Agradecemos a todas as pessoas que participaram.

República Dominicana
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AÇÕES

A violência endêmica contra as mulheres na região das Américas demonstra falta de vontade política dos governos de proteger os direitos das mulheres e meninas.

Nós estamos adicionando a nossa voz às centenas de organizações em toda a região, exigindo o fim da violência contra as mulheres. As medidas que devem ser tomadas para que isso aconteça são bem conhecidas.

No entanto, o ciclo de violência contra as mulheres nunca será quebrado se os governos não reformarem suas leis e políticas públicas, e não acabarem com as práticas discriminatórias que regulam o acesso à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos.

Não vamos tolerar que  as mulheres vítimas de esterilizações forçadas no Peru não tenham acesso a justiça, que os hospitais públicos do México esterilizem pacientes com HIV sem consentimento, ou que as leis de El Salvador obriguem as mulheres a manterem uma gravidez de alto risco, colocando suas próprias vidas em risco.

Estas leis e práticas que são baseadas em estereótipos de gênero constituem violência contra a mulher pelas mãos do Estado, e às vezes tortura.

Com leis e práticas assim, os governos também estão enviando uma forte mensagem para a sociedade: este país tolera a discriminação contra mulheres.

Mudá-las seria um importante passo à frente.

ENTRE EM AÇÃO

Por ocasião da Assembléia Geral XLVI da Organização dos Estados Americanos, que deverá ser realizada em Santo Domingo, na República Dominicana, em junho de 2016, pedimos que os governos dos Estados Americanos:

  • Apoiem uma declaração que reconheça que certas violações dos direitos sexuais e reprodutivos constituem violência contra as mulheres e tortura ou outros maus-tratos;
  • Peçam para a OEA emitir orientações claras ao seus membros sobre como prevenir e erradicar a violência contra as mulheres e tortura na área da saúde sexual e reprodutiva;
  • Peçam que a OEA realize um debate aprofundado sobre gravidez na adolescência e tome medidas para que as jovens não sejam obrigadas a continuar com uma gravidez que pode ser resultado de estupro.

 

Assinaturas atuais

Maria Rezende  Rio-de-Janeiro, Brasil  22 de Setembro de 2016, 14:23:40
Marcelle Decothé  Rio-de-Janeiro, Brasil  22 de Setembro de 2016, 13:37:17
Anônimo Anônimo  Rio-de-Janeiro, Brasil  22 de Setembro de 2016, 12:43:02
maria alves lucas lucas  Paraíba, Brasil  19 de Setembro de 2016, 00:06:49
Tatiane de Jesus Araújo  São-Paulo, Brasil  18 de Setembro de 2016, 18:30:24
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