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AÇÕES

Em 8 de junho de 2011, Verónica saiu de casa para buscar seus filhos na escola, e no meio do caminho, um veículo com um grupo de homens armados à paisana a levaram para um depósito da Polícia Federal, onde ela foi violentada sexualmente, submetida a asfixia e choques elétricos. Ela foi mantida como refém por 24 horas e forçada a assinar uma confissão de que estava envolvida na execução de sequestros entre outros crimes que não cometeu.

Verónica Razo foi presa arbitrariamente e torturada pela Polícia Federal na Cidade do México em junho de 2011. Durante a sua detenção sofreu asfixia, choques elétricos e foi violentada sexualmente. Nestas condições, ela foi forçada a assinar uma confissão por crimes de sequestro e crime organizado que não cometeu.

Os registros médicos realizados logo após sua prisão mostram múltiplas lesões por todo o corpo, incluindo hematomas em suas nádegas e seios. Dois anos depois de sua prisão, em junho de 2013, um psicólogo forense do Gabinete do Procurador-Geral da República do México confirmou que Verónica apresentou sintomas compatíveis com a tortura.

Verónica espera acesso à justiça há mais de 5 anos. Seu caso foi um dos primeiros a serem apresentados ao Mecanismo de Acompanhamento de Tortura Sexual, organismo do âmbito do Ministério do Interior mexicano que acompanha casos contra violência da mulher. Por isso, o mecanismo deve começar imediatamente a dar resultados concretos às sobreviventes de tortura e as instituições participantes precisam colaborar de forma mais eficaz.

Além disso, considerando que as únicas evidências contra Verónica foram obtidas por meio de tortura, violando gravemente os direitos humanos e o devido processo legal, o Gabinete do Procurador-Geral deve retirar imediatamente as acusações contra ela e permitir sua liberdade.

Entre em ação!

Envie um email pedindo a libertação imediata de Verónica Razo.

Dr. Raul Cervantes Andrade

Procurador-Geral da República do México

Miguel Ángel Osorio Chong

Ministro do Interior

Senhor Procurador-Geral,

Estou ciente do caso de Verónica Razo, que foi arbitrariamente presa e torturada pela Polícia Federal na Cidade do México em junho de 2011. Durante a sua detenção, Verónica Razo sofreu asfixia, choques elétricos e foi violada sexualmente. Assim, ela foi forçada a assinar uma confissão pelos crimes de sequestro e crime organizado sobre os quais não existe nenhuma evidência concreta que não tenham sido obtidas sob tortura. Registros médicos do momento de sua prisão mostram múltiplas lesões em todo o corpo. Dois anos depois de sua prisão em junho de 2013, um psicólogo forense no Gabinete do Procurador-Geral confirmou que Verónica apresentou sintomas compatíveis com a tortura.

A Anistia Internacional revisou o caso e não há nenhuma evidência de que Verônica tenha cometido qualquer um dos crimes que lhe são imputados, com exceção de confissões obtidas com base na tortura e outras violações graves do processo, por isso pedimos que retire todas as acusações contra Verónica e garanta sua libertação imediata, e garanta que haverá progresso na investigação e responsabilização dos policiais responsáveis pela sua detenção e tortura.

Atenciosamente,

Assinaturas atuais

Elisabeth Goncalves  Rio de Janeiro, Brasil  20 de Setembro de 2017, 10:01:39
Pedro Souza  Rio de Janeiro, Brasil  19 de Setembro de 2017, 18:58:22
Daniel Ferreira  Santa Catarina, Brasil  17 de Setembro de 2017, 20:13:37
Lucas Moreira  Minas Gerais, Brasil  16 de Setembro de 2017, 01:16:14
Cristina Helena Almeida A M Crepaldi  S?o Paulo, Brasil  14 de Setembro de 2017, 23:21:50
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