Escreva por Direitos 2017: Sakris Kupila

Ação encerrada.

Agradecemos sua participação! Você e mais de 340.000 ativistas e apoiadores da Anistia Internacional fizeram ações em todo o mundo para mostrar solidariedade a Sakris Kupila! A mensagem é que a discriminação e humilhação de Sakris Kupila, ou qualquer outra pessoa trans na Finlândia, é inaceitável e uma violação dos seus direitos humanos básicos.

Nenhum governo deve forçar as pessoas a desistir de seus direitos humanos. Uma reforma legal abrangente do reconhecimento legal de gênero é necessária com urgência, e o governo da Finlândia deve agir agora.

FINLANDIA

Sakris Kupila foi identificado como mulher quando nasceu, mas nunca se identificou como tal. Por esse motivo, o estudante de medicina de 21 anos suporta diariamente o constrangimento de portar documentos que ainda o identificam como mulher. Para obter a ressignificação legal de gênero na Finlândia é obrigatório apresentar diagnóstico de “transtorno mental” e submeter-se a um processo de esterilização. Sakris se opõe a esse tratamento humilhante e, vem sendo ameaçado e hostilizado por exigir mudanças na lei.

Assinando esta petição, um e-mail será enviado automaticamente em seu nome para o Primeiro Ministro da Finlândia. Entre ação!

Garanta às pessoas trans seu direito à identidade!

Ao Primeiro Ministro Juha Sipilä

Senhor Primeiro Ministro,

Por meio desta, dirijo-me a V. Exa. para pedir que reforme a legislação e garanta que Sakris Kupila e todas as demais pessoas transgênero que vivem na Finlândia tenham seu gênero reconhecido, sem que para isso tenham que cumprir requisitos como esterilização obrigatória, que representam violações de seus direitos humanos.

Sakris Kupila nunca se identificou como mulher. Porém, este estudante de medicina de 21 anos deve suportar diariamente um tratamento discriminatório porque seus documentos de identidade dizem que é mulher, gênero que foi designado ao nascer. Ele não deveria ter que submeter a tratamentos invasivos para ser reconhecido como ele é.

A Finlândia possui reputação de país tolerante e aberto à diversidade. É hora do seu governo tratar as pessoas transgênero em consonância com essa reputação.

Atenciosamente,