Exija a retirada segura das pessoas de Aleppo, na Síria

Ação encerrada.

Mais de 250 mil pessoas no mundo todo atenderam ao chamado da Anistia Internacional para pressionar os governos da Rússia, Irã e Síria a garantir a retirada segura da população de Aleppo e aprovar o envio de uma equipe de observação independente para investigar o que de fato aconteceu na cidade durante esses últimos meses.

A mobilização funcionou! No último dia 19, o conselho de Segurança da ONU finalmente aprovou a resolução 2328 que estabelece o envio de observadores e hoje (21/12) o Comitê Internacional da Cruz Vermelha anunciou que a evacuação da população de Aleppo oriental, Foua e Kefraya terminou. Infelizmente, esta resolução foi aprovada tardiamente e não evitou a morte de milhares de pessoas.

 

Aleppo, Siria
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AÇÕES

Nesse momento, as pessoas da parte leste da cidade de Aleppo, na Siria, estão postando videos de despedida nas redes, a medida que as forças do governo retomam o controle total da cidade. Em vez de receberem um caminho seguro, enfrentam o risco de serem presos, torturados ou executados.

Enquanto algumas evacuações começaram esta manhã, precisamos certificar-se de que todos serão retirados com segurança.

Cada segundo conta.

As vidas de dezenas de milhares de pessoas estão nas mãos dos governos sírio, russo e iraniano.

Leva dois minutos para exigir que esses governos evacuem com segurança as pessoas que estão presas lá agora e que observadores das Nações Unidas sejam enviados para monitorar a saída das pessoas para que sejam protegidas contra danos.

Assinaturas atuais

An?nimo An?nimo  Rio-de-Janeiro, Brasil  22 de Dezembro de 2016, 00:47:20
silvia ceglys  S?o-Paulo, Brasil  21 de Dezembro de 2016, 21:35:03
An?nimo An?nimo  S?o-Paulo, Brasil  21 de Dezembro de 2016, 16:12:42
AMANDA REIS  S?o-Paulo, Brasil  21 de Dezembro de 2016, 16:06:14
Maria Ang?lica Moura   Santa-Catarina, Brasil  21 de Dezembro de 2016, 16:05:30
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“Na Síria é preciso sempre ter coragem”

Meu nome é Hadi, tenho 26 anos, sou palestino-sírio, e estou refugiado no Brasil há dois anos. Minha história não é só minha – é igual à de milhões de refugiados.