Escreva por Direitos 2017: Shackelia Jackson

Ação encerrada.

Agradecemos a sua participação!

Mais de 64 mil cartas e assinaturas foram entregues ao gabinete do primeiro-ministro jamaicano, Andrew Holness, como parte da campanha que gerou 500 mil ações exigindo que seu governo proteja as famílias das vítimas contra intimidação e ameaças e garanta justiça aos casos. Você faz parte disso! Saiba mais em Jamaica: meio milhão de pessoas apoiam campanha da Anistia Internacional para acabar com a impunidade de homicídios policiais.

JAMAICA

Shackelia Jackson não vai desistir! Quando seu irmão Nakiea foi morto à tiros pela polícia, ela fez frente a um sistema judicial lento e passou a liderar uma corajosa luta para exigir justiça pelo assassinato. Ao fazê-lo, mobilizou dezenas de famílias cujo entes queridos foram mortos da mesma forma. Em resposta, a polícia tem atacado e ameaçado sua comunidade de forma sistemática, mas ela não será silenciada.

ATUE AGORA! Peça ao governo da Jamaica que proteja Shackelia e garanta justiça para todas as pessoas assassinadas pela polícia!

Assinando esta petição, um e-mail será enviado automaticamente em seu nome para o Primeiro Ministro da Jamaica Andrew Holness. Entre ação!

Proteção e transparência para Shackelia Jackson!

Ao Primeiro Ministro da Jamaica Andrew Holness

Andrew Holness
Gabinete do Primeiro Ministro
1 Devon Road
Kingston 10
Jamaica

Senhor Primeiro Ministro:

Escrevo-lhe para exigir proteção para Shackelia Jackson e sua família, e garantir que seja feita justiça por todas as pessoas mortas ilegitimamente pelas mãos da polícia na Jamaica.

Quando o irmão de Shackelia, Nakiea Jackson, foi morto pela polícia, Shackelia fez frente a um lento sistema judicial e passou a liderar uma corajosa luta por justiça para seu irmão. Ao fazê-lo, mobilizou dezenas de famílias cujos entes queridos foram mortos da mesma forma.

A resposta da polícia tem sido submeter sua comunidade a ataques e abusos de forma reiterada. Os homicídios policiais de homens, quase sempre jovens e em sua maioria pobres, são habituais na Jamaica, onde 2.000 pessoas foram assassinadas na década anterior.

É hora de mudar esta realidade.

Atenciosamente,