Baixe nosso relatório e saiba como a criação ilegal de bovinos alimenta a destruição da floresta Amazônica

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Em 2019, a Anistia Internacional visitou cinco áreas protegidas na Amazônia brasileira: as Terras Indígenas Karipuna e Uru-Eu-Wau-Wau, as Reservas Extrativistas do Rio Ouro Preto e do Rio Jacy-Paraná (no estado de Rondônia), e a Terra Indígena Manoki (no estado de Mato Grosso). Dados oficiais, imagens de satélites e as visitas realizadas pela Anistia Internacional mostram que as apropriações ilegais de terras, quase sempre ligadas à criação de bovinos, estão aumentando em todas as cinco áreas. Essa é a conclusão do relatório Cercar e trazer o boi: pecuária bovina ilegal na Amazônia brasileira, lançado no dia 26 de novembro de 2019.

Povos indígenas e tradicionais de quatro das cinco áreas protegidas contaram à Anistia Internacional que novas invasões costumam ser acompanhadas por violências, ameaças e intimidações. Na quinta área, a Reserva Extrativista do Rio Jacy-Paraná, praticamente todos os habitantes originais já foram expulsos à força e têm medo de retornar, pois os invasores armados envolvidos na criação de gado estão vivendo na terra deles.

A pesquisa mostrou também que o governo Bolsonaro não está apenas cortando os recursos e enfraquecendo os órgãos de proteção indígena e ambiental, mas que alguns órgãos públicos estaduais estão efetivamente facilitando a criação de bovinos em áreas protegidas.

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