Exija que o Procurador Geral da República, Augusto Aras, não engavete as denúncias apontadas no relatório final da CPI da Covid. Mortes evitáveis têm culpas atribuíveis!

Mortes evitáveis têm culpas atribuíveis! O relatório final da CPI da COVID no Senado Federal foi aprovado pelos senadores e senadoras e a partir de agora o Procurador Geral da República, Augusto Aras, tem até 30 dias para dar uma resposta à sociedade: se vai acatar as acusações e avançar com os processos contra os possíveis responsáveis pela má gestão da pandemia ou se vai engavetar as denúncias. A PRESSÃO URGENTE É AGORA!

São mais de 600 mil histórias, amores e vidas interrompidas para pandemia de Covid-19 no Brasil por causa da ausência de uma coordenação nacional e integrada de enfrentamento à pandemia e nas constantes falhas e omissões da administração pública. Apostaram no discurso negacionista e na insistência do “tratamento precoce”, mesmo comprovadamente sem eficácia.

O colapso do sistema único de saúde, a demora na aquisição e distribuição de insumos, testes e vacinas e a corrupção na negociação das doses foram determinantes para que tantas vidas tenham sido perdidas.  Um prejuízo humano incalculável.  A crise sanitária que enfrentamos é, sobretudo, uma crise de direitos humanos.

As autoridades falharam em garantir o direito à saúde e a vida da população. E os responsáveis foram identificados pelo relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito e devem ser processados judicialmente e devidamente responsabilizados. Nós temos poucos dias e você pode ajudar a garantir JUSTIÇA contra as violações de direitos humanos que aconteceram no contexto da pandemia.

Preencha o formulário ao lado e envie um e-mail direto para o gabinete do Procurador Geral da República, Augusto Aras, exigindo que o Ministério Público Federal não engavete as denúncias. #NãoEngavetAras  

Apoio:

E-mail que vai pro alvo: 

A sociedade exige: NãoEngavetAras!

Sr. Procurador Geral da República Augusto Aras,  

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), iniciada em abril de 2021, foi um passo concreto e importante nas investigações das possíveis ações e omissões que levaram o Brasil a alcançar mais de 600 mil mortes em decorrência da pandemia de COVID 19. Mas este é apenas o primeiro passo. As investigações devem seguir até que todas as pessoas identificadas pelo relatório final da CPI sejam processadas judicialmente e devidamente responsabilizadas, em todos os níveis hierárquicos e por todos os crimes apontados. Só assim não abriremos um perigoso precedente de legitimação de violações de direitos em nosso país. Por isso, pedimos para que cumpra com seu papel constitucional e garanta a devida responsabilização, combatendo a impunidade. 

Contamos com o seu apoio. 

*O pedido acima faz parte da Campanha Omissão Não É Política Pública – uma iniciativa da coalização de organizações de direitos humanos formada pela: Anistia Internacional Brasil, Oxfam Brasil, INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos, IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, Criola, Abrasco – Associação Brasileira de Saúde Pública, CIMI – Conselho Indigenista Missionário, Terra de Direitos, COIAB – Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, Movimento Nacional de Direitos Humanos, Observatório das Metrópoles, OLODUM, RESAMA – Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais, Justiça Global, Cedeca, Engajamundo, IMUNE-MT – Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso, Grupo de Apoio Voluntário (Manaus/AM) e AVICO – Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19.

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