Direitos hoje: porque nosso movimento importa

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A Anistia Internacional publica resumo da situação dos direitos humanos em 2018. No relatório “Direitos Hoje”, a organização analisa a situação dos direitos humanos em sete regiões do globo: África, Américas, Leste da Ásia, Europa e Ásia Central, Oriente Médio e Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia. Seu lançamento comemora o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos – a primeira carta de direitos de âmbito global, adotada pelos governos mundiais em 1948.

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Prefácio traduzido

Quando 2018 chega ao fim, refletimos sobre os 70 anos transcorridos desde que as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos perguntamos: “Até onde progredimos?”

A Declaração Universal enuncia os direitos que cada um de nós possui pelo simples fato de sermos humanos. Ano após ano, desde 1948, avançamos no sentido de fazer com que todo indivíduo possa desfrutar de todos esses direitos. Cada vez mais pessoas estão vivendo livres de privações, de medo e de discriminação.

Mesmo assim, sempre há alguns aspectos em que a humanidade retrocede. Muito ainda precisa ser feito para concretizarmos plenamente a visão da Declaração Universal de um mundo em que todos sejam livres e iguais. Os conflitos, os preconceitos, a má governança e a divisão desigual dos recursos são apenas alguns dos motivos por que muitos de nós ainda não usufruímos de todos os nossos direitos.

Neste resumo da situação dos direitos humanos no mundo, focamos nossa atenção em certos temas e questões cruciais que se destacaram em 2018. Examinamos alguns dos momentos mais marcantes de cada região, analisamos os principais movimentos que demandaram mudanças e nos detivemos especialmente sobre como os direitos das mulheres foram tratados durante o ano. Além disso, mostramos reconhecimento aos muitos defensores dos direitos humanos que atuam hoje ao redor do mundo e prestamos homenagem àqueles que perderam sua vida ou liberdade no curso de seu trabalho. Mesmo nos momentos mais sombrios, sua coragem nos dá a força de que precisamos para seguir lutando pelos direitos humanos.

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